segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Vampiros em alta - Parte II

O segundo livro da série House of Nigth, Traída, não desaponta e só deixa um gostinho de quero mais.
Passou-se um mês desde que Zoey chegou à Morada da Noite e as coisas continuam longe da monotonia. Agora, como Líder das Filhas das Trevas, Zoey terá novas responsabilidades e novos (e velhos também) personagens aparecerão para bagunçar sua vida e sua cabeça.
Acontecimentos estranhos não param de ocorrer dentro e fora da Morada da Noite e nossa heroína sente que não pode ficar parada. Nesse momento, mais do que nunca, sua intuição está falando e não há como deixar de escutá-la, por mais louco que possa parecer o que ela lhe diz.
Heath, seu ex-namorado humano, volta a cruzar o seu caminho e a carimbagem entre eles só lhe traz mais dor de cabeça. De repente Zoey se vê dividida não por dois, mas por três caras. Erik, Heath... e quem é o terceiro? Bom, só lendo para descobrir.
O tom leve e dinâmico do primeiro livro continua presente nesse volume. Grandes e surpreendentes revelações, acontecimentos marcantes e passagens de tirar o fôlego recheiam o livro e fazem o leitor não conseguir parar de ler. A cada página novas emoções e expectativas sobre o desfecho, sobre as personagens, sobre tudo! Mas vou logo avisando: lágrimas podem rolar ao longo da leitura... por quê? Haha, vocês acham mesmo que eu contaria??? Nana-não! Leia e descubra!



quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

2010! Tudo novo... ou não!

Depois de toda a correria de final de ano, o que inclui o caos no trabalho, todos os relatórios e provas da faculdade, as compras de natal, as festas do final do ano, aqui estou eu novamente! Perdão a todos aqueles que ficaram na expectativa das minhas sábias palavras... ok, ok, o momento de modéstia à parte já passou.
Bom, 2010! Ano novo, novas promessas, novos planos, novas expectativas... Tudo novo! Mas até quando dura essa novidade toda? Como diz Drummond, o ano novo dorme dentro de cada um de nós e cabe a nós e somente nós fazer de cada dia um ano novo! É, o cara da pedra no meio do caminho sabia o que dizia...
Mas vamos ao que interessa, certo? Estou devendo várias resenhas, sei disso, mas não sei se conseguirei escrever todas, vide que já passou um tempo desde que li alguns livros e vi certos filmes... Porém, farei o possível! E para começar 2010 com chave de ouro, nada como a resenha de um livro da Meg Cabot, uma das minhas autoras favoritas! Então, vamos lá?


A RAINHA DA FOFOCA




E, como sempre, a Meg se destaca mais uma vez! Sério, não há um livro dela pelo qual eu não me apaixone. A Rainha da Fofoca nos leva, assim como Todo Garoto Tem, ao encantador mundo europeu, mas dessa vez conhecemos um pouco de Londres e França sob o olhar da adorável protagonista.
Elizabeth Nichols, ou melhor, Lizzie, acabou de se formar na universidade em História da Moda! Quer dizer, ela pensa que se formou... e já está até de malas prontas para a sua tão esperada viagem à Londres, onde encontrará Andrew, seu namorado... se é assim que podemos designá-lo, tendo em vista que ele e Lizzie ficaram juntos umas duas semanas e, então, ele voltou para a Inglaterra.
Agora, já se passaram três meses desde que ficaram juntos e será que Lizzie está mesmo lembrada de como ele é? Será que sua memória não está superestimando o cara? Mas ela não quer nem saber, deixa de lado a faculdade, os planos dos amigos e embarca para a terra da rainha. Só que, chegando lá, as coisas não vão assim tão bem quanto ela esperava... Então, o que fazer? Fugir para a França, é claro! Quem em sã consciência, numa situação de problema nunca pensou nisso? Ok, já parei de brincar... Lizzie decide ir para a França encontrar a melhor amiga e ficar lá o resto das férias.
Porém, nossa doce protagonista tem um pequeno problema de comunicação... ela fala demais e, muitas vezes, fala o que não devia para quem não devia! E esse seu “probleminha” a coloca em cada enrascada... Porém, ao contrário do que o título do livro sugere, não diria que ela tem problema com fofoca. Ela só fala demais... ok, coloca demais nisso, mas não é fofoca. Como uma amiga minha comentou, o livro deveria chamar-se A Rainha da Tagarelice! Ou do falatório, para aqueles que preferirem.
O livro é dividido em três partes e admito que a primeira é a mais devagar, então a leitura não flui tão bem em comparação com outras narrativas da Meg Cabot. Entretanto, a segunda e terceira partes! Não preciso nem dizer, né? Isso sem falar num charmoso personagem que aparece... e que roubou o coração desta que vos escreve.
Muita risada, personagens maravilhosos (e outros nem tanto), paisagens inspiradoras (pelo menos as que eu imaginei) e muito estilo (afinal, ela fez História da Moda!) são as promessas desse encantador livro!



Recadinho para a Meg Cabot: Meg, com a Rainha da Fofoca visitamos as mais lindas paisagens da França e da Inglaterra. Sabemos que na continuação conheceremos a vida na cidade grande. Com outros livros, visitamos a Itália, a Califórnia e até mesmo a pitoresca Genovia... Agora, o que acha de levar suas leitoras para conhecer as maravilhosas praias australianas com seus gatos surfistas, ou ainda, quem sabe, as savanas africanas???




sábado, 7 de novembro de 2009

Vampiros em alta - Parte I

Bom, o livro da vez é Marcada, de P. C. Cast e Kristin Cast. Agora, o que posso dizer sobre o livro? É interessante, sem dúvida... E posso dizer com bastante certeza que as autoras atingiram os objetivos que tinham em mente. Como posso ter certeza? “...quatro palavras mágicas: vampira terminando os estudos.”, retirado da dedicatória, e “...garantir a linguagem adolescente.”, retirado dos agradecimentos. Sem sombra de dúvida, o livro é sobre uma vampira terminando os estudos e a linguagem realmente adolescente confere naturalidade à narrativa e torna a leitura leve.
Porém, apesar de leve, não posso dizer que flui assim tão bem. Admito que o começo do livro foi bastante arrastado. Com tudo muito confuso, era desencorajador ler... Pode ser (e eu não descarto essa hipótese), que esse fosse mesmo o objetivo das autoras, deixarem o leitor confuso, com uma sequência de imagens meio caótica, e esta que vos escreve não captou a mensagem.
Mas o livro melhora gradativamente e a leitura segue, sendo que lá pela metade, você já não consegue mais parar de ler.
Bom, agora o que vocês querem mesmo saber, né? A história! Zoey é uma garota normal de 16 anos, que tem problemas com os pais, uma amiga hiper fútil, um namorado atleta e galinha e ela não é, de longe, a melhor aluna da classe. Até aí, o de sempre, tudo aquilo a que estamos acostumados! Porém, no final de um dia de aula, na escola mesmo, ela é marcada. Puxa vida, nem tenho idéia de onde eles tiraram o título do livro! Sim, ela é marcada com uma tatuagem de meia lua na testa e, a partir daquele momento, começa a sua transformação em vampira.
Mas isso não é tudo... Uma vez marcada, ela deve ir para a Morada da Noite, uma escola especial para vampiros adolescentes em transformação. Se ela não for, logo morrerá. Só que se você acha que ela está livre da morte simplesmente pelo fato de estar na Morada da Noite, está redondamente enganado! O corpo dos marcados pode rejeitar a transformação a qualquer momento, sendo que a mesma, para se completar, leva anos.
Sem muita alternativa, Zoey enfrenta os pais, digo a mãe e o padrasto (ou padrastotário, como ela diz) e vai para a sua nova escola (caso contrário, não teria a mínima chance de sobrevivência). Isso, claro, não sem antes passar por uma experiência espiritual cherokee, já que o sangue desse antigo povo corre em suas veias.
Ao chegar à sua nova escola, tudo o que ela quer é se adaptar e sentir que faz parte de ago. Porém, não é assim tão simples, principalmente com a insuportável aprendiz de Grande Sacerdotisa infernizando a sua vida. Por outro lado, não posso deixar de falar dos amigos verdadeiros que ela conquista e em um certo garoto muito bonitinho que passa a fazer parte de seu dia-a-dia.
Em muitos momentos, durante a leitura, não pude deixar de me lembrar de Harry Potter. Entretanto, no lugar de bruxos, são vampiros. E, assim como no primeiro livro de HP, antes de começar verdadeiramente a história, é preciso explicar tudo, coisa por coisa, personagem por personagem, por isso, talvez, o início seja mais arrastado.
Se vale a pena ler? Eu diria que sim, pois o livro melhora a cada página e o final é fantástico! Mantenha firme a leitura, que, depois, com certeza, você vai se apaixonar e querer já emendar a leitura no segundo livro da série.

O segundo livro da série House of Night... Traída, e não Seduzida!



domingo, 1 de novembro de 2009

Quem dera eu tivesse essa sorte!

Enfim, a minha primeira resenha de livro! E eu não poderia ter escolhido melhor livro para inaugurar! Mas, vamos ao que interessa, certo?
O que tenho a dizer sobre o livro? Fofo! Simplesmente fofo! Com certeza entrou para a minha lista de favoritos da Meg Cabot!
Seguindo o modelo de Pegando Fogo! e Rainha da Fofoca, Sorte ou Azar, ou Jinx no original, prende o leitor, do começo ao fim, com um segredo sobre a protagonista. Segredo esse, que só nos é revelado no final do livro, por mais que sejam dadas pistas ao longo da narrativa.
Os leitores vão devorar esse maravilhoso livro com uma história original e pitadas de romance, humor, ação e costumes wicca. E, como não poderia deixar de ser, a narrativa tem as marcas da autora, sendo uma leitura dinâmica e leve, que flui tranquilamente.
Jean Honeychurch, a narradora e protagonista, se considera uma azarada desde o dia de seu nascimento, quando uma tempestade ocasionou a queda da energia no hospital em que a mãe estava. Ela é, inclusive, carinhosamente apelidada de Jinx, ou seja, pé frio, azarada.
Uma confusão em sua cidade natal – o grande segredo – a força a se mudar para a casa dos tios em Nova York. Ela vai com a expectativa de ter deixado toda a confusão para trás, e com esperança de passar bons momentos ao lado de sua prima e companheira de infância Tori. Mas as coisas não saem exatamente como ela esperava...
Para começar, sua amada prima está completamente mudada e irreconhecível! Ela não é nem mais Tori e, sim, Torrance, a bruxa mais poderosa de seu coven. É, bruxa, pois parece que a história de que os poderes de sua tatatataravó Brawen, uma bruxa muito poderosa de seu tempo, seriam passados à primeira filha da filha, lhe subiu à cabeça.
Jean, então, se vê no meio dessa história toda de bruxaria e a cada dia Tori parece odiá-la mais. Ainda, para piorar a situação, Zach, a paixão secreta da prima, se torna companhia constante da nossa azarada de plantão, o que só faz aumentar a ira da dita bruxa.
Se ela conseguiu se livrar da má sorte ao se mudar para Nova York? É, parece que não... mas será mesmo má sorte ou é ela quem está fugindo de algo maior? Bom, isso eu já não posso contar!

domingo, 25 de outubro de 2009

E eu pensei que Wall-E havia sido o ápice...

E mais uma vez a Pixar se supera! Não há um filme da Pixar, no qual a animação não seja ótima, a história envolvente e as personagens cativantes. Confesso que quando vi que o filme seria protagonizado por humanos fiquei temerosa, já que o filme Os Incríveis, o único outro também com protagonistas humanos, está no final da minha lista de favoritos da Pixar. Entretanto, todo o meu temor foi embora logo nos primeiros quinze minutos de filme.
Up conta a história de vida de Carl Fredericksen, que desde menino tinha fascínio pelo Paraíso das Cachoeiras, local de visita de seu explorador favorito e ídolo Charles Muntz. Explorador esse, que foi chamado de fraude pelos cientistas que não acreditaram em sua descoberta.
Retornando a Carl, ainda criança, num belo dia voltando para casa, ele se depara com Ellie, uma menina que é praticamente o oposto dele em todos os sentidos. Pode-se até comparar Carl e Ellie com Pedro e Tina do livro infantil Pedro e Tina – Uma Amizade Muito Especial, de autoria de Stephen Michael King, de tão opostos que são. A partir daquele dia, os dois começam uma amizade que duraria pelo resto de suas vidas. Não é preciso dizer que os dois se casam, né?
Numa sequência lindíssima conhecemos toda a vida do casal Carl e Ellie. Descobrimos que ele se torna vendedor de balões, que eles passam por altos e baixos, imprevistos acontecem e eles têm que adiar a viagem ao Paraíso das Cachoeiras e, mais, que o tempo passou e Ellie morreu de velhice. Carl, então, perde todo o gosto pela vida e os seus sonhos, se tornando um velho amargurado e solitário. É, então, que Russel, um menino de 8 anos e aspirante a escoteiro, aparece na vida do velhotinho.
Após um incidente, Carl é declarado como ameaça pública, sendo mandado judicialmente para um asilo, tendo de deixar sua casa para trás. Mas Carl não deixaria seu lar e todas as lembranças que aquela casa guardava. Então, por Ellie, ele resolve realizar o sonho de se mudar para o Paraíso das Cachoeiras. Não preciso dizer como, certo?

Porém, para infelicidade de Carl, o aprendiz de escoteiro vai junto por engano... E é aí que Carl tem que rever tudo o que viveu nos últimos tempos, tudo aquilo que esqueceu ou deixou para trás.
É um filme que toca, que traz a tona sentimentos e situações que não são ditos ou passados às crianças; e sentimentos e situações pelos quais muitos adultos já passaram e se deixaram acomodar. A questão do ídolo, os sonhos, a perda, a amizade, o amor, o apego às coisas materiais, a confiança, o orgulho, a família, a lembrança... uma animação para crianças? Que nada! Uma lição de vida.

Carl e Ellie

A mais nova dupla dinâmica da Disney... um de 8 e outro de 78 anos.

Kevin, Russel, Dug e Carl


E para terminar uma pequena homenagem à Pixar. Sinceramente, pensei que o ápice fora Wall-E, mas depois de Up, já nem consigo mais imaginar como é possível se superar... Só posso dizer que mal posso esperar pelo próximo filme da Pixar...



segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Não vale a pena imaginar...



O que eu tenho a dizer sobre o filme? Imaginem só, eu já vi esse filme antes. Aquela garota meio “invisível” na escola acaba chamando a atenção do cara mais popular e gato, que fica interessado por ela, então dispensa sua namorada, a garota popular e má (só não me lembro se ela é líder de torcida também...), que faz de tudo para que a garota boazinha não fique com o seu boy. Familiar a história? Eu arriscaria dizer, mas sem querer desmerecer o filme que vou citar (que, por um acaso é um dos que eu adoro), que é basicamente a mesma história de A Nova Cinderela, mas sem o fofo e lindo Chad Michael Murray, sem as conversas pelo computador e celular (ainda que em Imaginem Só, os celulares tenham uma função importante também) e, no lugar da madrasta, um pai controlador, ainda que bom para a filha, ao contrário da madrasta de A Nova Cinderela.
Ashley Tisdale é Mandy, a garota meio “invisível”, que decide chamar a atenção de Drew, o cara mais lindo da escola. Ela consegue e ele a convida para a mais esperada festa do ano, porém ela está de castigo. Mandy bola um plano para ir à festa e diz ao pai que vai estudar com as amigas. O pai, desconfiado, diz que tudo bem, mas que vai ligar a cada meia hora para verificar... e verificar através da câmera do celular. Mandy e as amigas se metem nas maiores confusões para enganar o pai, isso ao mesmo tempo em que a ex de Drew tenta arruinar os planos delas também. Ah, e lógico, Ashley não podia deixar de cantar no filme, por menor que fosse a cena.
Se vale a pena assistir? Talvez na sessão da tarde, quando não tem mais nada passando... Se você está com vontade de ver um filme adolescente, opte por outro... há tantos tão melhores! A Nova Cinderela, Meninas Malvadas, No Pique de Nova York, Sorte no Amor, Quatro Amigas e um Jeans Viajante... se quiser um mais recente, Garota Mimada. Se quer mesmo ver um filme com a Ashley Tisdale, assista High School Musical, não importa quantas vezes já tenha visto, vai valer mais a pena. Agora, Imaginem Só, no way...


Ashley tenta...

... mas será sempre a Sharpay.

domingo, 4 de outubro de 2009

Amigas, amigas... casamento à parte!

A lovely movie! Uma história engraçadinha (verdade que é um pouco exagerada em alguns momentos, mas, convenhamos, é uma comédia! Tem que ter um pouco de apelação...), as atrizes estão fabulosas e o filme tem um final um tanto quanto inesperado!
Emma (Anne Hathaway) e Liv (Kate Hudson) são amigas desde pequenas e sonham com suas cerimônias de casamento, que deveria acontecer em junho no Plaza. Coincidentemente ficam noivas na mesma época e quando vão marcar o dia do casamento, um grande erro faz com que os dois casamentos sejam marcados na mesma data. Lógico que uma gostaria de ser madrinha da outra e estar no casamento da outra, então uma das duas têm de desistir daquela data. Porém, nenhuma das duas dá o braço a torcer.
Anne e Kate estão muito bem caracterizadas e fazem um trabalho maravilhoso, mas Kate, com o temperamento excêntrico e perfeccionista de sua personagem, está sensacional! Créditos também para o ator do noivo de Liv, que está simplesmente divino! Os vestidos de casamento são lindíssimos e as decorações dignas de cópia.
Noivas em Guerra é fofo, leve e engraçado, uma excelente escolha filme!

Anne e Kate, fabulosas em seus papéis.


Apaixonada por casamento como eu sou, não podia deixar de comentar sobre os vestidos... Na minha opinião, o vestido de Liv é simplesmente perfeito! E como diz no filme: "Não é o vestido que muda por você, é você quem muda por ele".